quarta-feira, 24 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
SAIU O DITO CUJO

Já está a venda o cd do Duo Moviola. O título é, como sugere a ilustração acima, "O Retrato do Artísta Quando Pede."
O trabalho é resultado do encontro dos compositores Douglas Germano e Kiko Dinucci. Sem absolutamente nada para fazer, resolveram compor juntos e, não bastasse isto, arranjar, tocar e cantar também. O Mais engraçado é que as pessoas gostam resultado. O nome da dupla e o mote para começar a pândega vieram do cinema. Moviola, para quem não sabe, é uma máquina que se usava para fazer edição e Duo é por causa de serem duas pessoas. Se fossem três seria o Trio Moviola e assim sucessivamente.
No repertório estão as composições da dupla. Entre elas Cio, Dejá Vù, Mal de Percussion, Floradas de amor, a Loira do Banheiro e a faixa título – o retrato do artísta quando pede.
Todos os instrumentos não são instrumentos, mas objetos ou instrumentos usados de maneira inusitada. No acompanhamento de Mal de Percussion, por exemplo, há umas pancadas com tom obscuro, estaladas, mas com algum harmônico. São extraídas do baixo ventre de Kiko Dinucci que, para comoção geral do estúdio, onde havíam varias mulheres entre estagiárias e descoladas, simplesmente tirou sua camisa de cetim, postou-se diante do microfone e, exibindo uma técnica impressionante de mão esquerda e direita, tirava sons de sua pança com uma variedade de tímbres para deixar qualquer gastro impressionado. As coisas que Kiko é capaz de fazer com um simples chimbal são estarrrecedoras. Não posso revelar pois nunca se sabe quem pode ler este blog e principalmente sua faixa etária.
O disco está separado em duas partes. Premiére e Matinê. No Premiére tem música séria. No Matinê tem humor, sado-maso, horror para crianças, jogo, bebida, mulheres e tóchico.
Se você tiver paciência para ouvir, legal. Se além disso ainda tiver disposição de pagar uns trocados pelo cd melhor, mas assim que der um tempinho, procure um médico.
Breve teremos shows,
Postado por
AÇÃO - VIOLÊNCIA - DRAMA - HUMOR - CINISMO COM TRILHA SONORA ORIGINAL
às
07:21
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Saiu o CD
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Moviola apresenta:
O Retrato do artista quando pede
Começamos nossa história na casa de Mara Soleil. Mara é atriz e utiliza a edícula da casas dos pais, para ensaiar seu Grupo de Teatro. Mara conversa com o pai:
– Ai papai! Está tudo pronto! Conseguimos levantar o espetáculo depois de um ano e meio de trabalhos de imersão, montamos um trupe de atores-criadores e nosso trabalho é vivo, dinâmico, contemporâneo e tem dramaturgia própria.
– Que bom minha filha, fico muito feliz. E vocês vão se apresentar onde?
– Bem, papai. Vamos enviar projetos para ver se conseguimos fechar algumas apresentações... Bem, na verdade, já fechamos algumas...
– Pôxa! Que bom minha filha! E onde serão?
– Serão 60 apresentações de graça, ao meio-dia, às segundas-feiras na praça da Sé, papai. É uma coisa que a moça chamou de contra-partida social. Eles divulgam o nome da Cia, dão uma graninha de produção e a gente dá os espetáculos.
– Sei... Então quer dizer que se fosse um pintor eles comprariam umas tintas e ele daria os quadros de graça?
Antes que a polêmica se estabeleça causando discórdia neste harmonioso lar, o Moviola direciona seus poderosos microfones para outra zona da cidade onde Maxuel conversa com seus companheiros de banda.
– Beleza rapaziada. O som tá muito maneiro. Todo mundo quebrando tudo. Agora é sair metendo a cara.
– ÔÔÔ Maxuel! E você pretende que a gente meta a cara onde?
– Ah, meu, tipo assim, vamo fazer uns projetos, entrar num cicuito do interior...
– O Tito fez um projetinho, não fez, Tito?
– Fiz, toma, esta aqui!
– Então, olha ai...mas peraí, Tito. O que que é isso que você escreveu aqui? Cesta Básica, vale transporte?
– Ah mano, contra-partida social, né mano. Eu pedi cesta Basica e vale-transporte pá nois aqui né mano. nóis também é social, né?
Bem, meu amigos, como vocês podem ver, as coisas descambara. A Cia de Mara teve problemas com a platéia na praça da sé quando uma das atriz colocou os seios de fora.
Mas acreditando no poder transformador do teatro, fizeram as sessenta apresentações e desmancharam a Cia. Hoje, Mara trabalha no escritório do pai.
Maxuel e sua banda não teve nenhum projeto aprovado.
O Retrato do artista quando pede
Começamos nossa história na casa de Mara Soleil. Mara é atriz e utiliza a edícula da casas dos pais, para ensaiar seu Grupo de Teatro. Mara conversa com o pai:
– Ai papai! Está tudo pronto! Conseguimos levantar o espetáculo depois de um ano e meio de trabalhos de imersão, montamos um trupe de atores-criadores e nosso trabalho é vivo, dinâmico, contemporâneo e tem dramaturgia própria.
– Que bom minha filha, fico muito feliz. E vocês vão se apresentar onde?
– Bem, papai. Vamos enviar projetos para ver se conseguimos fechar algumas apresentações... Bem, na verdade, já fechamos algumas...
– Pôxa! Que bom minha filha! E onde serão?
– Serão 60 apresentações de graça, ao meio-dia, às segundas-feiras na praça da Sé, papai. É uma coisa que a moça chamou de contra-partida social. Eles divulgam o nome da Cia, dão uma graninha de produção e a gente dá os espetáculos.
– Sei... Então quer dizer que se fosse um pintor eles comprariam umas tintas e ele daria os quadros de graça?
Antes que a polêmica se estabeleça causando discórdia neste harmonioso lar, o Moviola direciona seus poderosos microfones para outra zona da cidade onde Maxuel conversa com seus companheiros de banda.
– Beleza rapaziada. O som tá muito maneiro. Todo mundo quebrando tudo. Agora é sair metendo a cara.
– ÔÔÔ Maxuel! E você pretende que a gente meta a cara onde?
– Ah, meu, tipo assim, vamo fazer uns projetos, entrar num cicuito do interior...
– O Tito fez um projetinho, não fez, Tito?
– Fiz, toma, esta aqui!
– Então, olha ai...mas peraí, Tito. O que que é isso que você escreveu aqui? Cesta Básica, vale transporte?
– Ah mano, contra-partida social, né mano. Eu pedi cesta Basica e vale-transporte pá nois aqui né mano. nóis também é social, né?
Bem, meu amigos, como vocês podem ver, as coisas descambara. A Cia de Mara teve problemas com a platéia na praça da sé quando uma das atriz colocou os seios de fora.
Mas acreditando no poder transformador do teatro, fizeram as sessenta apresentações e desmancharam a Cia. Hoje, Mara trabalha no escritório do pai.
Maxuel e sua banda não teve nenhum projeto aprovado.
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